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4º Café com Antropologia: Feminismo e Interseccionalidade

O Café com Antropologia remete para um ambiente descontraído, fazendo uso de espaços menos convencionais para fazer surgir relações de amizade proporcionadas pela troca de alimentos. Nestas conversas há à disposição dos participantes café, chá, sumos uns bolos e biscoitos. Em muitas partes do mundo, visitantes, parentes, ou amigos são geralmente recebido com um café; sendo também o pretexto entre pessoas que se querem conhecer melhor ou conversar. Aqui a finalidade é promover o diálogo dando a oportunidade aos investigadores para falar sobre os seus trabalhos e suas pesquisas de um modo informal, criando assim uma rede de apoio onde será possível promover o debate com outros pares.

No mês de Março celebra-se o Dia Internacional da Mulher e o 4º Café com Antropologia propõe uma conversa em torno da temática Feminismo e Interseccionalidade. A roda de conversa entrecruzará pesquisas académicas e a militância civil.

Alesa Herero frequenta o curso de Sociologia no ISCSP-ULisboa, é membro fundador do INMUNE, Instituto da Mulher Negra em Portugal e diretora do departamento de género, feminismos e questões LGBTIQ, indo discursar sobre a forma como, através da arte procura abordar estas questões. 

Fabiana Leonel é doutoranda em Antropologia na NOVA FCSH, e a sua pesquisa etnográfica incide sobre o discurso das ‘periguetes’ sobre si mesmas e o cenário do pagode baiano, pensando a autonomia e sexualidades de mulheres negras jovens e periféricas. 

Lúcia Furtado é Licenciada em Contabilidade e Administração pelo ISCAL, ativista anti-racista e feminista, Presidente da Direcção e uma das fundadoras da Femafro - Associação de Mulheres Negras, Africanas e Afrodescendentes em Portugal  vai abordar a mulher negra na perspectiva da interseccionalidade, e como a sua invisibilidade cria desigualdades que as remetem quase sempre para a base da pirâmide social.  

Maria Gil é atriz e ativista, o seu discurso permeará sobre a mulher e cidadã, que existe e resiste, e está num plano de se tornar a mudança face às opressões em que está nessa condição de cidadã portuguesa, mas mulher e cigana. 

Tathiane Mattos é doutoranda em Antropologia no ISCTE-IUL, e a sua pesquisa passa pela representatividade das deusas afro-brasileiras – as Yabás – em Lisboa, tanto no campo artístico como no religioso. Procura perceber os papéis destas representatividades com os fluxos transatlânticos.  

Com moderação de Rita Costa

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