Agenda de Eventos Feministas em Portugal

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⚠️ 👑🦠 #EuFicoEmCasa

Devido aos planos de contingência do Covid-19, há eventos que estão a ser CANCELADOS ou adiados.

Por favor consulte o link oficial da organização de cada evento. 

10 minutos de barulho: Parem de nos matar

INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 

  • Ponto de encontro: Metro do Bolhão (Rua Santa Catarina)
  • Seguimos em Marcha pela rua de Santa Catarina até ao Tribunal da Relação do Porto. No final, vamos fazer uma ação simbólica. 

Já morreram 10 mulheres (9 mulheres adultas e 1 menina) vítimas da violência machista em 2019. 

São 10 minutos em que convidamos todas/os participantes a contribuírem com barulho de resistência: voz, instrumentos, apitos, qualquer objeto que produza barulho.
Para que nos ouçam e ouçam bem: 

BASTA! 

Somos as netas, as filhas, as sobrinhas, as irmãs, as vizinhas daquelas que uma sociedade que legitima a violência contra as mulheres ainda não matou. 

Não nos calamos. 

Luto é verbo, o nosso grito é sobrevivência e resistência. É por todas elas e por todas nós. 

No dia atribuído ao amor romântico, Dia dos/as Namorados/as, propomos romper com o ciclo de violência doméstica. 

A seguir à lua de mel, os pedidos de desculpas, as prendas e as promessas, vem mais violência, mais ameaças, ataques e chantagens. 

Falta menos de um mês para uma iniciativa histórica nacional. Nove cidades saem à rua no dia 8 de Março de 2019

A Greve Feminista sai à rua, exatamente porque:  

Somos as vítimas da justiça machista, quando esta fundamenta as suas decisões em preconceitos, e da cultura da violação, que desacredita a nossa palavra e desvaloriza a nossa experiência, procurando atribuir-nos a responsabilidade das violências que sofremos. Somos as que vivem em alerta permanente, porque o assédio no espaço público e no local de trabalho continua a estar presente. Somos múltiplas e diversas, de todas as cores e lugares, de todas as formas e feitios, com diferentes orientações sexuais e identidades de género, profissões e ocupações. Somos trabalhadoras, estudantes, reformadas, desempregadas e precárias, do litoral e do interior, do continente e das ilhas. Somos as invisíveis, as negras e as ciganas. Somos tu e eu, somos nós, somos tantas e tão diversas.

A 8 de Março, mulheres em todo o mundo levantam-se em defesa dos seus direitos e mobilizam-se contra a violência, a desigualdade e os preconceitos". As razões somam-se. Todas cabemos na Greve, todas somos imprescindíveis.

Links:
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